sábado, 13 de julho de 2013

Encontro Marcado

 
            Era uma noite fria e chuvosa e Clarice perguntava por que saíra de casa com um tempo daquele, não poderia ter tomado o vinho em casa mesmo? Mas lá estava ela, sentada à mesa do canto do restaurante, seu lugar preferido; dali podia ver o belo jardim do restaurante, toda extensão da rua e a janela do seu apartamento iluminado pela tênue luz do abajur que deixara aceso ao sair. Estava imersa em seus pensamentos quando uma suave voz masculina a tirou de seus devaneios, era Carlos, um belo e elegante homem que perguntava se poderia sentar-se na cadeira em sua frente. Um pouco contrariada Clarice fez um gesto afirmativo com a cabeça para que ele sentasse e em seu íntimo torcia para que aquele intruso não resolvesse puxar conversa.
Clarice estava inquieta, não conseguia se concentrar, sorveu um pouco de vinho e pegou a caneta que havia deixado ao lado do caderno. Aquele gesto não passou desapercebido por Carlos, que já tinha visto os abjetos sobre a mesa e que não conteve a curiosidade e perguntou se ela era escritora.
- Sim. Estou tentando escrever meu quarto romance... Sorriu meio desolada ao responder.
Carlos mergulhou em sua voz doce e terna, tão suave quanto o contorno de seus lábios bem desenhados.
- Sempre ouvi falar que escritores, pintores, artistas de uma forma geral têm hábitos diferentes, até esquisitos, mas nunca imaginei que uma escritora escolheria um restaurante como recanto para seus escritos. É nas pessoas que frequentam este lugar que você encontra inspiração?
- Não, na verdade escrevo em meu escritório, mas estava muito inquieta e sem concentração e resolvi sair um pouco para espairecer, mas parece que não está funcionando muito... Meneou a cabeça um pouco desanimada.
- Espero não estar atrapalhando. Se você preferir posso tentar encontrar um lugar perto do bar.
Sim, ela preferia ficar sozinha, mas aquela presença daquele homem elegante, dono de uma discreta sensualidade estava sendo por demais agradável, até mais do que ela gostaria.
- Não se preocupe, você não atrapalha. Na verdade já estou indo embora.
- Termine pelo menos o vinho. Só assim não me sentirei tão culpado por ter “invadido” sua mesa.
Ela meneou a cabeça em um gesto afirmativo e deu um sorriso tímido de lado, o que fez Carlos derreter por dentro. A noite transcorreu agradável e as horas passaram céleres, quando Clarice olhou o relógio e percebeu quão adiantadas estavam as horas apressou-se em pedir a conta, fato que desanimou Carlos. Ao se despedirem ele ofereceu-se para levá-la em casa, mas Clarice agradeceu a gentileza dizendo que seu carro estava no outro lado da rua, o que não era verdade, pois Clarice gostava de caminhar de sua casa até o restaurante, era um bairro residencial tranqüilo e naquela rua tinha muitas casas com jardins floridos e mais parecia uma vila do que uma rua de uma cidade grande, e aquilo a encantava.
Durante todo o caminho de volta o sorriso de Clarice não saía do pensamento de Carlos, seus gestos espontâneos, seu corpo esguio e bem torneado dentro do vestido estampado, seu jeito tímido... ele estava verdadeiramente encantado. De repente, lembrou-se que não sabia nada a respeito daquela mulher que em tão pouco tempo conseguiu ocupar por completo seus pensamentos, mas não haveria de ser tão difícil descobrir algo sobre ela, parecia muito familiarizada com o local, devia ser frequentadora do lugar, mas como ele nunca a havia notado? Sentiu um certo desânimo, mas decidiu não desistir, voltaria ao restaurante na noite seguinte e todas as outras que fossem necessárias, mas daria um jeito de reencontrá-la.
Após dez longos dias de espera Carlos teve a esperança reascendida, Clarice entrava no restaurante sorridente e encantadora, mais linda do que se lembrava; dirigiu-se ao primeiro andar do restaurante, sentou-se na mesma mesa no canto do restaurante e logo foi servida do mesmo vinho da noite anterior, Carlos parecia hipnotizado ao olhá-la e depois de um breve instante resolveu se aproximar, ainda que um pouco inseguro sobre o que falaria para ela. Ora, pareço um adolescente na sua primeira paixão, o que está acontecendo comigo, perguntava-se.
- Boa noite! Posso lhe fazer companhia ou está esperando por alguém?
Aquela voz, sim era ele. Clarice sentiu-se corar e seu o coração bateu descompassado, mas mesmo assim forçou-se a olhar para Carlos e esboçou um sorriso tentando demonstrar uma tranquilidade que estava longe de sentir, com a voz calma disse que ele poderia sentar, pois não esperava ninguém.
Foi uma noite tranquila e agradável com conversas amenas, as horas correram e nem se deram conta de quanto tempo ficaram ali conversando sobre suas vidas, profissões, gostos... desta vez Carlos lembrou-se de pegar o número de telefone de Clarice. Depois daquela noite muitas outras aconteceram...

Por Cecília Campello
11/07/2013

Imagem 1
Imagem 2

quinta-feira, 28 de março de 2013

...

             Roberta sentiu seu coração bater forte e pensou que aquilo só poderia ser uma brincadeira do destino, o tempo pareceu parar por instantes quando do hall de entrada do hotel o seu olhar cruzou com o de Cristiano, seu primeiro e grande amor... Desta vez estavam em uma linda e paradisíaca praia do litoral do nordeste brasileiro e cada acompanhado por seu cônjuge. À medida que ia se aproximando do balcão da recepção para fazer o check in e chegava mais perto de Cristiano o seu coração acelerava mais, sentia como se tivesse borboletas em sua barriga e tonta se perguntava como ele ainda poderia causar aquela sensação nela, como poderia ter tanta influência sobre seus desejos e sentimentos, mesmo depois de tantos anos de separação e ela ainda estava em uma ótima fase em seu casamento, estava apaixonada como nunca esteve antes pelo seu marido, sentia que verdadeiramente amava e era amada; sim, isso só poderia ser uma ilusão uma confusão por causa do cansaço da viagem... Mas o que Roberta não poderia imaginar é que toda aquela confusão de sentimentos também era sentida por Cristiano, que disfarçadamente tentava preencher a ficha de registro do hotel como se nada estivesse acontecendo, como se na estivesse sentindo nada, simulando seus sentimentos e desejos para que ninguém pudesse perceber o que se passava ali. Ele estava nervoso, percebia que sua mão suava, estava se sentindo um adolescente... Como ela estava radiante, muito mais linda do que da última vez que se encontraram, ah, como o tempo a fez bem...
            Cumprimentaram-se educadamente como se fossem dois estranhos (dissimulando seus sentimentos), ao terminarem o check in cada um subiu para o seu quarto agradecendo o adiantar da hora e o cansaço da viagem que não os permitiria ficar pensando no encontro e não se veriam mais, pelo menos não naquela noite... Os demais dias que estivessem no hotel? Bem, estes dias teriam que cuidar para não transparecer desconforto que sentiam por estarem ali tão perto um do outro e principalmente pelas sensações que esta proximidade causava, pelo turbilhão de sentimentos que se misturavam e faziam a maior confusão em suas cabeças e corações. A noite passou lenta e demoradamente, a ansiedade de como seria o dia seguinte os consumia, se encontrariam no café da manhã? Fariam algum passeio juntos? Se encontrariam em algum restaurante da cidade no almoço ou no jantar? Como seriam estes encontros caso acontecessem? Conseguiriam conter os sentimentos? E essas horas que não passavam e o dia insistia em não raiar fazia com que ficassem impacientes e ainda mais cansados...
            O dia finalmente amanheceu e Roberta sem nenhuma pressa separou uma roupa, tomou um banho demorado enquanto tentava não pensar que Cristiano estava dormindo em algum quarto daquele hotel. Quando terminou de se arrumar descera para o restaurante para tomar café da manhã. Enquanto isso Cristiano olhava o mar da varanda do quarto sem imaginar que a alguns passos, no outro lado do corredor ficava o quarto de Roberta...
            Após tomar café da manhã Roberta e seu marido foram para um passeio de barco e aproveitaram para mergulhar entre os peixes e recifes, o dia passou tranqüilo e agradável e praticamente não tiveram tempo de pensar no encontro da noite anterior. A noite, porém, guardava algumas surpresas. Um famoso bar e restaurante da cidade promovia em noites de lua cheia um grande e belo lual à beira mar e foi lá na hora do jantar que se encontraram e mais uma vez dissimularam os sentimentos e agiram como se não fossem conhecidos...
            A festa chata e sem graça, então Roberta resolveu caminhar pela beira mar, molhar os pés na água, estava tão absorvida em seus pensamentos que não se deu conta do quanto já tinha se afastado do local da festa, apenas quando chegou perto de umas pedras que vinham desde mar até a areia é que percebeu o quanto tinha andado e como estava afastada, percebeu também que apesar de ser um lugar deserto não estava só, sentado a uma pedra ela reconheceu, com certa dificuldade, a silhueta de Cristiano que já vinha em sua direção. Ao aproximaram-se as palavras foram dispensadas, abraçaram-se e ali mesmo fizeram amor, de um jeito tão intenso com um desejo que até então desconheciam...
            Os dias passaram como se aquela noite nunca tivesse acontecido, Roberta fez uma viagem feliz com seu marido e Cristiano passou os melhores dias de sua vida ao lado de sua esposa. Ao voltar para casa Roberta teve certeza que aquela linda história de amor tinha sido encerrada e foi definitivamente no passado e agora ela sabia que poderia seguir feliz com seu amado e querido marido. 




Cecília Campello
27/03/2013


Imagens retiradas da internet (google)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2012 está chegando ao fim e fazendo uma rápida retrospectiva me dei conta que foi um ótimo ano, que tenho muitas coisas a agradecer, muitas bênçãos, conquistas... Muito mais que agradecer que pedir...
Tenho um bom emprego que me dá oportunidade de crescer e desenvolver um bom trabalho e com sempre novos desafios;
Fiz novos amigos, estreitei os laços com os antigos (alguns amigos tive um pouco menos de contato, mas isso não quer dizer que gosto menos deles, só a correria do dia a dia que nos fazem ficar um pouco distantes...)
Cresci emocional e espiritualmente (aprendi que com as dificuldades posso crescer e que ao invés de me lamentar tenho que refletir e tentar enxergar o que a vida e principalmente Deus querem me ensinar)

Que venha 2013 e traga novos desafios, conquistas, sonhos, realizações para todos nós...
Que as realizações alcançadas em 2012 sejam sementes plantadas para serem colhidas com sucesso e prosperidade no ano vindouro!

Paz, Saúde, Prosperidade, Sabedoria, Bênçãos, Fé, Solidariedade, Alegrias, Conquistas, Amor, Trabalho...

FELIZ 2013!!!!







“De repente, os olhos se cruzam, as mãos se entrelaçam e os seres humanos, num abraço caloroso, num só pensamento, exprimem um só desejo e uma só aspiração: PAZ E AMOR.
De repente, não importa a nação, não importa a língua, não importa a cor, não importa a origem, porque todos são humanos e Descendentes de um só Pai, os homens lembram-se apenas de um só verbo: amar.
De repente, sem mágoa, sem rancor, sem ódio, os homens cantam uma só canção, um só hino, o hino da liberdade.
De repente, os homens esquecem o passado, lembram-se do futuro venturoso, de como é bom viver.
De repente, os homens lembram-se da maior dádiva que têm: a vida.
De repente, tudo se transforma e chega o ano radiante de esperança, porque só o homem pode alterar os rumos da vida.
De repente, o grito de alegria, pelo novo ano que aparece.”
(Desconheço Autoria)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Viva Elis

Maria Rita interpretando sucessos de Elis Regina. Um show lindo e emocionante!
Um show em homenagem a Elis Regina. 30 anos sem Elis, a que talvez tenha sido a melhor cantora que o Brasil já teve.


Valeu à pena esperar mais de 45 minutos pelo show (não, a Maria Rita não atrasou mais que 10 min, mas chegamos cedo) e ter passado ma hora para chegar no Pina após o show. A cidade ficou movimentada e cheia, pessoas de vários lugares do nordeste vieram ao show, vans, ônibus e carros tomaram conta de Boa Viagem.



 Os arranjos ficaram fantásticos, o carisma da Maria Rita e como o povo recifense a admira ficaram evidentes.
Uma coisa que não deu para passar desapercebido: a genética fala muito alto (a Maria Rita tem muito da mãe) mas tem uma personalidade forte que imprime sua marca mesmo quando interpreta Elis. Sem dúvidas a Maria Rita é uma mulher forte, de garra e coragem. Fez um lindo show!!!
(Imagem aqui)
Definitivamente, o show foi maravilhoso! Espero que vire DVD.
(apenas uma critica a fazer: a acústica não estava boa, tinha horas que ela falava algo, não sei se sobre a turnê ou sobre a mãe, pois não conseguia entender, na verdade, mal ouvia. Mas, o show foi fantástico, a interpretação foi emocionante! Um show que ficará na memória).
Um show em que a cantora não só emocionou o público como se emocionou. Ela cantou com a alma, com o coração!







Show
Como Nossos Pais
Romaria
Num Corpo Só: Maria Rita Canta Elis
Portal Maria Rita


A todos uma linda e próspera semana! 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O juiz dos abraços

Lee Shapiro é um juiz aposentado. É também uma das pessoas mais genuinamente amorosas que conhecemos. A certa altura de sua carreira, Lee percebeu que o amor é o maior poder que existe. Consequentemente, Lee se transformou no homem dos "abraços". Começou a oferecer a todo mundo um abraço. Seus colegas o apelidaram de "o juiz dos abraços" (em oposição a "juiz dos enforcamentos", supomos). O adesivo do seu carro diz: "Não me bata! Abrace-me!"
Há cerce de seis anos, Lee criou o que ele chama de "kit-abraço". Do lado de fora lê-se: "Um coração por um abraço". Dentro, há trinta coraçõezinhos vermelhos bordados com alfinetes atrás. Lee sai com seu kit-abraço, encontra as pessoas e oferece-lhes um coraçãozinho em troca de um abraço.
Lee tornou-se tão conhecido por isso que freqüentemente é convidado para apresentar conferências e convenções, onde compartilha sua mensagem de amor incondicional. Numa conferência em São Francisco, a imprensa local o desafiou dizendo: "É fácil sair distribuindo abraços, aqui na conferência, a pessoas que resolveram vir por vontade própria. Isso nunca funcionaria no mundo real".
Eles desafiaram Lee a distribuir alguns abraços pelas ruas de São Francisco. Seguido por uma equipe de televisão do noticiário local, Lee saiu às ruas. Primeiro, se aproximou de uma mulher que passava.
- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Estou doando estes corações em troca de um abraço.
- Claro – respondeu ela.
- Fácil demais – provocou o comentarista local.
Lee olhou à sua volta. Viu uma guarda de trânsito que estava enfrentando problemas com o dono de uma BMW a quem estava entregando uma multa. Aproximou-se dela, a equipe de televisão junto com ele, e disse:
- Parece-me que um abraço poderia lhe ser útil. Sou o juiz dos abraços e estou lhe oferecendo um.
Ela aceitou.
O comentarista de televisão lançou um último desafio.
- Veja, aí vem um ônibus. Os motoristas de ônibus de São Francisco são as pessoas mais rudes, rabugentas e intratáveis de toda a cidade. Vamos ver se você consegue um abraço dele.
Lee aceitou o desafio.
Quando o ônibus parou, Lee disse:
- Oi, sou Lee Shapiro, o juiz dos abraços. Seu trabalho deve ser um dos mais estressantes do mundo. Hoje, estou oferecendo abraços às pessoas para aliviar um pouco sua carga. Gostaria de um?
O homenzarrão de dois metros e mais de cem quilos levantou do banco, desceu do ônibus e disse:
- Por que não?
Lee o abraçou, deu-lhe um coração e acenou quando o ônibus partiu. A equipe de TV estava sem fala. Finalmente, o comentarista disse:
- Tenho que admitir, estou muito impressionado.
Um dia, Nancy Johnston, amiga de Lee, bateu em sua porta. Nancy é palhaço profissional e estava usando sua fantasia, maquiagem e tudo o mais.
- Lee, pegue um punhado de seus kit-abraço e vamos a um lar de deficientes.
Quando chegaram ao lar, começaram a distribuir chapéus com balões, corações e abraços aos pacientes. Lee sentia-se desconfortável. Nunca havia abraçado pacientes terminais, pessoas gravemente retardadas ou quadraplégicas. Foi definitivamente um esforço. Mas, depois de um certo tempo, ficou mais fácil, e Nancy e Lee conquistaram uma comitiva de médicos, enfermeiros e serventes que os seguiram de ala em ala.
Depois de algumas horas, eles entraram na última ala. Eram os 34 piores casos que Lee jamais vira em sua vida. O sentimento era tão cruel que partiu seu coração. Mas, cumprindo seu compromisso de compartilhar seu amor com os outros, Nancy e Lee começaram a passear pela sala, seguidos pela comitiva de médicos que, a essa altura, já traziam corações nos colarinhos e chapéus feitos de balões na cabeça.
Finalmente, Lee chegou à ultima pessoa, Leonard. Leonard usava um enorme babador branco sobre o qual babava. Lee olhou para Leonard, que babava, e disse:
- Vamos embora, Nancy, não há como encarar esse aqui.
Nancy replicou:
- Vamos lá, Lee. Ele também é um ser humano, não é?
Então, ela colocou-lhe um engraçado chapéu de balões na cabeça. Lee pegou um de seus coraçõezinhos vermelhos e prendeu-o no babador de Leonard. Respirou fundo, inclinou-se e o abraçou.
De repente, Leonard começou a gritar:
- Eeeeeh! Eeeeeh!
Alguns dos outros pacientes na sala começaram a bater coisas. Lee voltou-se para a equipe esperando alguma explicação e apenas viu que todos os médicos, enfermeiros e serventes estavam chorando. Lee perguntou à enfermeira chefe:
- O que é que há?
Ele nunca poderá esquecer o que ela disse:
- Esta é a primeira vez em 23 anos que vemos Leonard sorrir.
Como é simples ser importante na vida dos outros.
Jack Canfield e Mark V. Hansen
Canja de Galinha para a Alma




Forte abraço!

Linda e próspera sexta-feira a todos! :)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Enquanto o novo texto não vem...


O JARDIM 

Um velho vivia sozinho em Minnesota. Ele queria cavar seu jardim, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão.   O velho então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema: 


"Querido Filho, 

Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava a época do plantio depois do inverno. 
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, pois está na prisão. 

Com amor, Papai." 


Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama: 



"PELO AMOR DE DEUS, papai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos" 



As quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e  policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. 


Esta foi a resposta: 

"Pode plantar seu jardim agora, papai. Isso é o máximo que eu posso fazer  no momento." 


ESTRATÉGIA É TUDO PARA UM GESTOR... E PARA PROFISSIONAIS COMPETENTES. 



Nada  como uma boa estratégia, para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar nas pequenas coisas que muitas vezes, nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas carreiras.

 
"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional"


(Autoria desconhecida)

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!!!

Não tenho superstições ou rituais para a noite de réveillon, na verdade é para mim uma noite como qualquer outra, penso que se algo pode mudar ou melhorar pode ser a qualquer dia ou mês do ano porque não existe uma porção mágica que faça as coisas darem certo ou modificarem apenas pelo fato de um ano está acabando e outro começando, na verdade, o ano termina e começa para mim no dia 27/06 que é quando faço aniversário.
Acredito que além de desejar mudanças, melhoras de vida na virada do ano devemos ser principalmente a mudança que queremos ver, mudança de pensamento, de atitude, comportamento.

Que 2012 seja um ano maravilhoso, repleto de conquistas, saúde....
Sejam todos muito felizes todos os dias!!!





Que possamos sempre cantar:
“Viver, e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser um eterno aprendiz
Ah meu Deus eu sei, eu sei
Que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita
É bonita, é bonita e é bonita”

sábado, 24 de dezembro de 2011

Chegou o Natal...



Que neste Natal lembremos de agradecer as bênçãos que recebemos durante o ano que está chegando ao fim, que possamos fazer uma reflexão sobre as coisas que nos aconteceram, sobre nossas atitudes e que possamos ser a mudança que queremos ver acontecer no mundo.

Que neste Natal possamos nos lembrar que o grande e verdadeiro motivo desta linda festa é Jesus, o Cristo salvador e que Ele esteja presente em nossas casas e corações.




“Que o Natal seja mais um momento em que as pessoas acreditem que vale a pena viver um ano novo.”



Ante o Natal

(Pelo Espírito Maria Dolores)


A esperança se agiganta.

A Natureza se renova e brilha.

A passarada feliz.

Voa feliz, vibra e canta.

O berço pobre,

A estrela que rebrilha,

O jardim que encanta.

As flores brilham. Que maravilha!

É Jesus que vem de novo,

Falar de Deus ao coração do povo,

Com a sua palavra que reluz!

Saúdam-se os cristãos de toda a Terra,

É o domínio da paz, banindo a guerra!

É o Senhor! É Jesus... Sempre Jesus!


(Psicografado por Chico Xavier)



quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Mais de 30 mil morte/dia. É possível??


Semana passada a nossa corte suprema em julgamento inédito e polêmico abriu mais uma brecha para a (aumentar a certeza da) impunidade: Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram retirar a acusação de ‘homicídio doloso’ (quando há intenção de matar, direto, ou quando a pessoa assume os riscos, indireto) do processo de um jovem embriagado que atropelou uma mulher em São Paulo em 2002.
Os ministros entenderam que ‘o rapaz não bebeu com a intenção de matar alguém’ e por isso resolveram retirar do processo a acusação de homicídio doloso (com pena que varia de 6 a 20 anos podendo ser aumentada para 12 a 30 anos de prisão), que passa a ter acusação de homicídio culposo (com pena de 2 a 4 anos, salvo engano, e que dependendo dos antecedentes essa pena é transformada em medida sócio-educativa, ou seja, o cara mata e não é preso).
Agora pergunto: Quem bebe com intenção de matar alguém? Ninguém! Até onde sei e vejo, quando bebemos um bar/restaurante ou em uma festa é porque temos a intenção de nos divertir, relaxar, descontrair... Mas uma coisa é fato: quem bebe e resolve dirigir sabe que está cometendo um crime tipificado em lei, sendo assim, quando resolve fazê-lo está assumindo os riscos dos seus atos (homicídio doloso indireto). Quando era criança e até hoje sempre ouvi meu pai dizer que carro é uma arma, não entedia muito bem, mas a cada dia que passa sei bem o que isso quer dizer: carro é um meio de transporte que quando não é usado com responsabilidade se transforma em uma arma em potencial e quando usado aliado ao uso de drogas (porque é assim que a bebida alcoólica deve ser tratada) se transforma em uma arma que no ano mata mais de 30 mil pessoas/cidadãos/mães e pais/jovens; na verdade, quase 40 mil.
A nossa Constituição Federal é provavelmente a mais emendada das constituições (67 emendas até 2010), o Brasil é talvez o país que mais tem lei, leis que se contrapõem, que se contradizem e sendo assim não poderia deixar de ser diferente, é o país da impunidade, o país que mais beneficia criminosos.
Basta de leis inúteis, leis que beneficiam o crime e estimulam a impunidade!
Basta de corrupção, subornos, propinas!
















Matérias sobre o assunto:
A ligação perigosa entre direção e bebida (matéria que serviu de base para o post)




Instiruto Sangari

Resta a pergunta:
Que País é esse???


Ao clicar nas imagens você será direcionado ao site de onde ele foi retirada.






























MOVIMENTO CONTRA A CORRUPÇÃO (link)

II - MARCHA CONTRA A CORRUPÇÃO
No Recife: Edf. Acaiaca, Av Boa Viagem - 12/10 às 14h

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Reencontro - um conto


Quando se conheceram Roberta tinha 18 e Cristiano 21, foi paixão à primeira vista. As coisas aconteceram de forma inesperada, ao acaso, se não fosse por destino. Estavam em um congresso de Arquitetura, ela como estagiária da empresa de divulgação do evento (cursava 1º ano do curso de marketing) e ele participava como congressista.
Foi uma semana de encontros e desencontros, de trocas de olhares que diziam mais que milhares de palavras, aquela sexta-feira era o último dia do congresso, e ele sabia que poderia ser sua última e talvez única chance de se aproximar, de tentar falar algo. Ela tinha um rosto angelical, um olhar marcante e um corpo que chamava atenção quando caminhava com desenvoltura e graça, apensar da aparente timidez, pelo salão. Tentando, em vão, controlar as batidas do coração, Cristiano se aproximou, depois de se apresentar e trocar com ela poucas palavras, reservadamente a convidou para sair após o encerramento do evento. Mesmo com certa hesitação Roberta resolveu aceitar o convite, ela sentia que aquele rapaz dono de lindos olhos verdes era o seu grande amor.
            Foram a um restaurante no centro histórico da cidade, a noite foi muito agradável e as horas passaram céleres. Conversaram sobre suas vidas, sonhos, planos para o futuro, descobriram que tinham muitas coisas em comum e também muitas diferenças que em nada diminuíam a paixão que surgia entre eles.
            Sábado a tarde Cristiano voltou para sua cidade com a promessa de entrar em contato com ela assim que chegasse e Roberta esperançosa desejava que seu amado cumprisse a promessa feita no momento do embarque. A ansiedade era grande e as horas passavam lentas para ambos, o desejo de estarem juntos, a vontade de ouvir a voz um do outro era grande.
            Os dias iam passando, eles se falavam sempre, todos os dias, várias vezes ao dia (internet, telefone, mensagem de texto...) e cada vez mais a vontade de estar juntos aumentava, e conforme o tempo passava descobriam mais coisas em comum e a paixão ia crescendo mais e mais.
            Não demorou muito Cristiano voltou à cidade de Roberta, aproveitou um feriado prolongado e passaram maravilhosos dias juntos, apenas os dois. Naqueles dias de amor e paixão a menina meiga e doce se fez mulher, os anos foram passando, anos de muito amor, paixão, companheirismo e cumplicidade, porém algo não estava mais tão perfeito e a vida os levou por caminhos diferentes, sem nunca apagar de seus corpos, corações e mentes aqueles anos de amor que ficaram para sempre marcados.
            E dez anos depois do rompimento, ao verem suas roupas no chão, o vinho e as taças pela metade na mesa e seus corpos na cama após uma tórrida noite de amor comprovam que a chama da paixão entre nunca se apagou, eles relembram o passado tão presente em suas vidas como se nunca tivessem se separado um dia, como se não houvesse nada entre eles...


Cecília Campello

Imagem aqui









































































































Câncer de Mama