sexta-feira, 13 de junho de 2008

Pra NãoDizer Que Não Falei De

Futebol

Huuuuuum....

O dia ontem foi de comemorações. E aqui em Pernambuco duplamente: O SPORT ganhou a Copa do Brasil (em 11/06) e era Dia Dos Namorados... Por isso, só hoje estou postando sobre o acontecido... Afinal, são dois acontecimentos que merecem destaque.

O resultado do jogo foi 2x0 e com a vitória de ontem foram 182 jogos que tiravam este resultado na Ilha do Retiro, porém a vitória do dia 11 foi, acredito, a mais importante.
Para o rubro negro, VENCER o corinthians e ser CAMPEÃO representou mais do que a conquista da copa do Brasil.
Marcou, para sempre, a alma dos leoninos. Nesta ‘guerra’, a nação rubro-negra contou com um exercito imenso e guerreiro no seu campo de batalha preferido, a Ilha do Retiro.
Bastava um 2 X 0, mas os torcedores eufóricos e confiantes acreditavam na possibilidade de 3 x 0, 4 x 1...
A cidade, que respirava decisão e se vestiu vermelho e preto, parou, e o coração do torcedor promete disparou.
A Raça Rubro -negra se aliou a fé e a bravura do nordestino para mostrar a todo o Brasil o valor da nossa gente. SPORT CAMPEÃO DO BRASIL!

A vitória do dia 11 foi o terceiro título dos rubro-negros em âmbito nacional, que soma-se ao Campeonato Brasileiro de 1987 e o Brasileiro da Série B de 1990. A conquista também significou a primeira de uma equipe do Nordeste na Copa do Brasil e credencia os tricampeões pernambucanos para disputar a Copa Libertadores da América no próximo ano.


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Sport conquista o Brasil mais uma vez
Publicado em 11.06.2008, às 23h49

Wladmir Paulino
Do JC OnLine

Pode comemorar, torcedor. Com um misto de raça, técnica e muita aplicação, o Sport conquistou a Copa do Brasil 2008 nesta quarta-feira (11) com uma vitória por 2x0 diante do Corinthians, na Ilha do Retiro. Foi o terceiro título dos rubro-negros em âmbito nacional, que soma-se ao Campeonato Brasileiro de 1987 e o Brasileiro da Série B de 1990. A conquista também significou a primeira de uma equipe do Nordeste na Copa do Brasil e credencia os tricampeões pernambucanos para disputar a Copa Libertadores da América no próximo ano.

Quando todos esperavam o atacante Carlinhos Bala atuando mais recuado para o meio-de-campo, o técnico Nelsinho Batista surpreendeu duplamente. Primeiro, ao barrar o lateral-direito Lusinho Netto e escalar Diogo, que teve boa atuação contra o Palmeiras, no último domingo. Já o companheiro de Luciano Henrique na armação de jogadas foi o prata da casa Kássio. Bala atuou em sua posição de origem.

O Sport iniciou o jogo tentando pressionar o Timão em seu campo defensivo. E até conseguiu, porém sem chegar perto da meta de Felipe. Muito disso por conta dos passes errados e outro tanto pelo Corinthians concentrar muita gente na entrada da área. A primeira investida mais contundente foi um passe de Dutra, que Leandro Machado dominou com dificuldade até a saída de Felipe. Os paulistas revidaram com um cruzamento de Alessandro que Herrera não alcançou, aos oito.

Aos 25 minutos, o técnico Nelsinho Batista voltou ao esquema que deu certo em todos os jogos anteriores na Ilha do Retiro. Enílton entrou no lugar de Kássio e Carlinhos Bala recuou para o meio-de-campo. Por ironia, a mudança até diminiu o ritmo dos rubro-negros, que passaram a explorar menos a descida de Dutra, além de apresentar lentidão na saída de bola.

No primeiro lance de mais velocidade, o Leão abriu o placar. Luciano Henrique dominou na entrada da área e lançou Carlinhos Bala no lado direito da área. Ele dominou no peito e, caindo, chutou no canto direito de Felipe para fazer 1x0. Três minutos depois, Luciano Henrique voltou à carga. Ele chutou de fora da área, a bola quicou e Enílton tentou desviar. Felipe se atrapalhou e a bola passou entre suas pernas. O goleiro corintiano ainda tentou tirar a bola mas ela já atravessara a linha fatal.

Na reta final, o Corinthians foi para cima e chegou perto do gol duas vezes. Na primeira, Diogo dividiu com William e a bola passou raspando a trave esquerda. Na cobrança de escanteio foi a vez de Magrão fazer grande defesa na cabeçada de Diogo Rincón.

Como precisava do resultado, o técnico Mano Menezes voltou para o segundo tempo com um time mais ofensivo. Lulinha e Acosta entraram nos postos de Carlos Alberto e Diogo Rincón. Por sua vez, Nelsinho manteve o trio ofensivo, só mudando as peças: Roger entrou no posto de Leandro Machado. A tática de Nelsinho surtiu o melhor efeito, pois o Corinthians não pressionou e o Sport continuou perigoso quando tinha a bola sob seu domínio.

Além disso, a marcação rubro-negra continuou eficiente na saída de bola do adversário. Dessa forma, o Corinthians conseguia tocar a bola até certo ponto, mas sem chegar em condições de finalizar com chances de gol. A partir dos 20 minutos, o Leão recuou um pouco a marcação, o que provocou uma bronca muito dura do técnico Nelsinho Batista nos atacantes. O Timão chutou em gol aos 22 por intermédio de Herrera, mas a bola foi fraca, no meio do gol, fácil para Magrão.

Aos 27, Wellington Saci, que entrara há um minuto, disputou uma bola com Carlinhos Bala e pisou o jogador do Sport. Alício Pena Júnior expulsou o jogador sem apelação. No mesmo minuto, Lulinha chegou na cara de Magrão e chutou rasteiro. O goleiro do Sport fez grande defesa e Dutra completou, mandando para lateral. O Sport chegou perto aos 30, quando Bala tocou para Roger acertar a rede, pelo lado de fora.

Mesmo com um a menos, o Corinthians atirou-se ao ataque, mas na afobação, seus jogadores eram pegos constantemente em impedimento, principalmente o uruguaio Acosta. A essa altura da partida, os rubro-negros já tinham dificuldade em dominar a bola no setor ofensivo. Herrera levou perigo aos 37 ao girar e chutar por cima do travessão.

Ficha do jogo:

Sport: Magrão, Diogo, Igor, Durval e Dutra; Daniel Paulista, Sandro Goiano, Kássio (Enílton) e Luciano Henrique; Carlinhos Bala e Leandro Machado (Roger). Técnico: Nelsinho Batista.

Corinthians: Felipe; Carlos Alberto (Lulinha), Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos, Alessandro e Diogo Rincón (Acosta); Herrera e Dentinho (Wellington Saci). Técnico: Mano Menezes.

Local: Ilha do Retiro. Árbitro: Alicio Pena Júnior (Fifa-MG). Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (Fifa-BA) e Milton Otaviano dos Santos (Fifa-RN). Gols: Carlinhos Bala, aos 34; e Luciano Henrique, aos 37 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Durval e Herrera. Expulsões: William e Wellington Saci.

Não dá pra deixar de agradecer à Comissão Técnica também pela vitória

Gustavo Bueno e Édson Leivinha (assistentes-técnicos), Eduardo Batista e Edvaldo (Tacão) Júnior (preparadores-físicos), Roberto Rojas (preparador de goleiros), Amílton Crócia e Stemberg Vasconcelos (médicos), Antônio Azevedo (fisioterapeuta), Inaldo Freire (fisiologista), Flávia Carvalho (nutricionista), Mema (massagista), Edmílson Santos (supervisor), Adelson Wanderley (gerente).

Mais um pouco:

Saga rubro-negra começou no interior do Maranhão

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