sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ツ Oi ツ

No início do mês meu amigo Sergio esteve aqui em Recife, nos encontramos para tomar um café e ele me presenteou com um ótimo livro: Paula, de Isabel Allende.
Resolvi ler o resumo que vem atrás do livro, resultado: a curiosidade bateu forte, resolvi começar a ler e como consequência fiquei ‘presa’ ao livro e estou muito curiosa para saber como vai terminar... Sei que vou demorar um pouco para terminar de ler, não que o livro seja muito grosso, mas tenho que estudar e estou lendo umas duas ou três páginas por noite, antes de dormir.
Paula é uma leitura emocionante, que prende a atenção e não dá vontade de parar...


Aclamada autora latino-americana, Isabel Allende sensibilizou milhares de leitores em todo o mundo ao publicar Paula, o mais comovente, pessoal e revelador de seus livros.
Em dezembro de 1991, sua filha Paula é internada em um hospital da Espanha, gravemente enferma. A escritora acompanha o sofrimento da filha que se prolonga durante meses, em um coma irreversível, e escreve a história de sua família para a jovem inconsciente, na esperança de que algum dia ela desperte. Encantados, temos acesso às memórias de infância de Isabel Allende, os relatos sobre seus ancestrais, sobre a sua juventude e seus segredos mais íntimos. O Chile e a turbulenta história do golpe militar de 1973, a ditadura e o exílio de sua família são pontos altos dessa autobiografia inesquecível. Paula é uma evocação e um hino à vida, escrito com força e coragem de uma mulher que soube dar a volta por cima.
Filha de um diplomata e sobrinha do presidente chileno Salvador Allende, Isabel Allende nasceu no Peru em 1942. Iniciou a carreira de jornalista aos 17 anos, trabalhando em periódicos e como colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile. Após o golpe do general Augusto Pinochet e a morte de Salvador Allende, em 1973, foi obrigada a abandonar o seu país com a família e ir para a Venezuela, onde trabalhou como repórter do jornal El Nacional e começou a escrever histórias infantis e algumas peças teatrais. Em 1982, publicou seu primeiro romance A casa dos espíritos, que inicialmente era apenas uma carta para seu avô de 99 anos. Considerada um dos principais nomes da literatura latino-americana, sua obra é marcada pela crônica familiar e por seu posicionamento político.



Imagens do google

2 comentários:

Misturação - Ana Karla disse...

Uma leitura bastante curiosa.
Também gostei muito do blog, ainda mais sendo de uma conterrânea. rs
Xeros

Marco disse...

Esse livro é muito bom! Aliás, como quase tudo que a Isabel escreve. Gosto bastante dela quando descreve a vida, como em "Paula" ou em "Meu páis inventado". Prefiro a biografia das coisas que elas romanceadas. Boa leitura! Beijos