sábado, 26 de fevereiro de 2011

Acontecimentos...

Vida de atleta é assim:
Uma contusão aqui, outra torção ali...
E a vida segue meio zambeta...














Estava jogando bola, pulei para pegá-la e já viram o resultado, né?












Matheus e João assistindo à passagem do bloco ACORDA PRA TOMAR GAGAU, este ano saiu da frente do restaurante Nakumbuca e fica na esquina aqui da rua. (O carnaval aqui (Recife e Olinda) começou desde os primeiros dias de fevereiro)






Quando o bloco passou achei ótimo, só frevo!!!

Mas depois foi um tal de ‘vou não, quero não, posso não...’; ‘vou sim, quero sim, posso sim...’; e um troço qualquer que eu não conseguia identificar direito a não ser ‘ram ram ram ram...’ acho que falava algo de ser melô da rã... e outras coisas que chamam de música, mas para mim são poluição auditivas, que não consegui entender a letra...

Não gosto muito de festas de rua, principalmente como esta que começa cedo do dia (concentração às 12h) e termina tarde da noite (já são 22:20 e o povo ainda está a toda). As pessoas bebem muito, terminam provocando confusão e brigas (não eram 20:30 já tinha briga aqui na frente de casa e agora enquanto escrevo ouço gritos de pessoas se desentendendo. Semana passada no DE BAR EM BAR foi a mesma coisa), sem falar na falta de educação, dos homens principalmente, que urinam em qualquer lugar, o vento dá e o mal cheiro chega aqui dentro de casa... E ainda tem os sons altíssimos dos carro, uma falta de respeito total, devem achar pouco o som da festa...

Gosto muito de ir a Olinda assisti aos ensaios de maracatu (as Conxitas, principalmente. Um maracatu formado só por mulheres), também gosto de ir ao Recife Antigo, aliás, já coloquei posts sobre isso aqui.






 Fazendo jus à minha fama de tia coruja e cuidadosa, um pouco de água para hidratar as crianças...
(aproveitando pra tirar fotos das unhas desta semana)







Cor da semana: MARINHO (Colorama) com estrelinhas azul clara e GLITER PRATA (Colorama) para destacar as estrelinhas.
















segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dudinha, um exemplo de vida!

Quando eu era criança e mainha trabalhava no hospital eu conheci uma mulher que era um pouco maior que eu, e não demorou muito para que eu e meu irmão ficássemos maiores que ela.
Ela é anã? (perguntávamos curiosos por causa do seu tamanho pequeno)
Não (respondia minha mãe e explicava que ela tinha uma doença hormonal)
Eu não fazia ideia do que poderia ser uma doença hormonal, mas tinha certeza de que ela realmente não era uma anã, eu vi uma certa vez e percebi as diferenças entre a anã e Dudinha.
Sempre que puxo pela memória lembro de ela ter estado presente em vários períodos de nossas vidas, lembro o jeito que as pessoas falam com ela, o carinho com que a tratam e principalmente as sacolinhas de Cosme e Damião (recheadas de bombons e pipoca) e dos Nêgo bom (um doce popular nordestino feito de banana com açúcar e suco de limão) que ela sempre tinha na bolsa e nos dava (por causa disso terminei gostando daquele treco de banana, sempre que ela me dava tinha vergonha de dizer que não gostava e comia...).
Mainha conta que certa vez eu e meu irmão nos medimos nela e ficamos satisfeitos por estarmos maiores que ela, e minha mãe, claro, morta de vergonha... rsrs...
Cena que se repetiu anos depois com Matheus quando ela veio aqui em casa trazer um produto que mainha comprou a ela, dessa vez que morreu de vergonha fui eu e mainha e ela ficaram rindo. Mainha por fim disse que ela estava acostumada e que todas as crianças fazem isso, inclusive eu e meu irmão...
Tenho uma admiração enorme por esta baixinha, nesses anos todos que a conheço não lembro de tê-la visto reclamar da vida. Ela é uma batalhadora e com certeza uma vencedora...
Hoje ela ligou aqui pra casa (sempre liga ou vem nos ver) e disse que tinha feito uma matéria com ela em um jornal local, conversamos um pouco e depois que desliguei o telefone fui fuçar a net tentando encontrar a matéria que coloco aqui na íntegra:
OBS: Na matéria chamam ela de Lurdinha, mas só a chamo de Dudinha, assim como todos que conheço...




A história da pequena Lurdinha
Marcionila Teixeira
marcionilateixeira.pe@dabr.com.br
Edição de domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ela tem 72 anos e, com o tamanho de uma criança de 7, virou patrimônio do Hospital
Agamenon Magalhães


Um dia, quando Lurdinha ainda era uma adolescente, falaram que ela não precisava
estudar. O conhecimento, explicaram, não serviria para alguém que estava condenada a
permanecer com 
pouco mais de um metro de altura para o resto da vida. Lurdinha
acreditou no 
raciocínio às avessas de um parente e resolveu deixar os estudos de lado.
Tempos depois, Maria 
de Lourdes Vieira Costa, 72 anos, aprendeu que o mundo pode dar
voltas e que nem sempre 
os veredictos ditados por outros definem o formato dos nossos destinos.


Lurdinha nunca mais voltou a estudar. Não carrega a bagagem intelectual que um dia desejou.
Também não cresceu, é verdade. Mas o crachá verde pendurado no peito é de bom tamanho
para que todos compreendam que ela também conquistou importância com o passar dos anos.
Naquele universo repleto de jalecos brancos, pacientes, nascimentos e dor, Lurdinha, ´aquela
pequenininha` que cruza os corredores do Hospital Agamenon Magalhães (HAM) todos os dias,
ganhou o título de patrimônio.
Ela não sabe ao certo quando foi o dia da homenagem, promovida pela direção do hospital,
mas o crachá confere a Lurdinha uma aura de respeito.
Ela circula tranquila nos andares como se fosse uma servidora pública. Acena para todo mundo,
chama de ´meu amor` e se vai, andando com um passo curto, assim como sua estatura, com
o auxílio de uma bengala.

Lurdinha, que é aposentada, não gosta de fazer contas. Ou quem sabe não consegue mesmo
lembrar bem do passado. O certo é que ela afirma não ter ideia de há quanto tempo frequenta
os corredores do hospital. ´Estou aqui há mais de vinte anos e ela já existia por aqui`, conta a
ascensorista Iranete Santos Ferreira, 57. Se ela tem hora para chegar ou hora para sair? ´Tem
vezes que ela chega antes de mim, que começo às 7h`, revela a vigilante Andreza Silva. Em
meio à conversa, a aposentada fala que descobriu o nome da doença dela aos 15 anos e, desde
então, não parou mais de buscar ajuda pelos hospitais, principalmente no HAM.

A baixa estatura,ela mede apenas 1m20 - altura média de uma criança de sete anos - é
característica da doença de nome quase impronunciável: hipopituitarismo congênito.
Quem explica melhor é a mensagem que ela carrega sempre na bolsinha à tiracolo, preparada
pelo médico endocrinologista Ney Cavalcanti. ´A paciente possui hipopituitarismo congênito,
com deficiência dos hormônios LH, SSH, pró-lactina, TSH e ACTH. A paciente necessita tomar
diariamente: levotiroxina, corticóide, sinvastatina, cálcio e vitamina D. O corticóide é
indispensável. Na ausência do mesmo, levará a quadro grave de insuficiência adrenal aguda. Na
vigência de vômito ou diarreia, a prescrição do corticóide poderá ser injetável`, conclui a
mensagem.

Com uma voz quase infantil, Lurdinha vai contando porque gosta tanto de passar os dias no
hospital, observando tudo o que se passa. ´Gosto muito de vir aqui para ver os pacientes e
meus amigos médicos`, afirmou a torcedora do Náutico.






quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cores de Esmalte - Blogagem Coletiva

Gosto de cores escuras e fortes (vermelho, preto, roxo, azul escuro) e gosto de me vestir e de pintar as unhas cores com elas (também de laranja). Semana passada conheci um blogue (Fernanda Reali) muito legal e interessante e neste dia tinha um post com unhas pintadas de várias cores, principalmente roxas e lilases... Achei muito legal, comentei e recebi um convite para postar minhas unhas e participar da blogagem coletiva de sábado, acho que vai ser legal!
Esta semana a cor que escolhi para pintar foi vermelho (cada semana pinto de uma cor diferente): COSMOPOLITAN da Colorama.
 Vermelho é a cor da paixão, do amor
É vida, vibração
Vermelho é a cor do fogo e do céu ao entardecer
É dinamismo, agitação
Vermelho é força, virilidade
É a rosa e a maçã
Vermelho é emoção
É vida que transborda...
“...
Vermelhos são seus beijos
Que meigos são seus olhos
...
Vermelhos são seus beijos
Quase que me queimam
...”



Abaixo as cores que usei nas últimas semanas:
BLACK-OUT (Risquê) com AMETISTA (Q Tock) e 
LARANJA efeito Fosco (Impala) com REFLEXOS FURTA-COR (Colorama)
Raras são as vezes que pinto as unhas com cores claras (minha amigas sempre estranham por causa disso), mas no reveillon resolvi usar uma cor clara, esta é PRINCESA da Risquê

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Francisco Cândido Xavier

Que Deus não permita que eu perca o ROMANTISMO, mesmo eu sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre 
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa... 
Que eu não perca a vontade de TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas... 
Que eu não perca a vontade de AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda. 
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia 
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim... 
Que eu não perca a LUZ e o BRILHO NO OLHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos... 
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos. 
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas. 
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado possa ser eu. 
Que eu não perca o meu FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos... 
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma... 
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigiria esforços incríveis para manter a sua harmonia.
Que eu não perca a vontade de DOAR ESTE ENORME AMOR que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado. 
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno... 
E acima de tudo... 
Que eu jamais me esqueça que Deus me ama infinitamente, que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois.... 
A VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS, E CONCRETIZADA NO AMOR!


Imagens do google (temas: arco íris e pôr do sol)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

ツ Oi ツ

No início do mês meu amigo Sergio esteve aqui em Recife, nos encontramos para tomar um café e ele me presenteou com um ótimo livro: Paula, de Isabel Allende.
Resolvi ler o resumo que vem atrás do livro, resultado: a curiosidade bateu forte, resolvi começar a ler e como consequência fiquei ‘presa’ ao livro e estou muito curiosa para saber como vai terminar... Sei que vou demorar um pouco para terminar de ler, não que o livro seja muito grosso, mas tenho que estudar e estou lendo umas duas ou três páginas por noite, antes de dormir.
Paula é uma leitura emocionante, que prende a atenção e não dá vontade de parar...


Aclamada autora latino-americana, Isabel Allende sensibilizou milhares de leitores em todo o mundo ao publicar Paula, o mais comovente, pessoal e revelador de seus livros.
Em dezembro de 1991, sua filha Paula é internada em um hospital da Espanha, gravemente enferma. A escritora acompanha o sofrimento da filha que se prolonga durante meses, em um coma irreversível, e escreve a história de sua família para a jovem inconsciente, na esperança de que algum dia ela desperte. Encantados, temos acesso às memórias de infância de Isabel Allende, os relatos sobre seus ancestrais, sobre a sua juventude e seus segredos mais íntimos. O Chile e a turbulenta história do golpe militar de 1973, a ditadura e o exílio de sua família são pontos altos dessa autobiografia inesquecível. Paula é uma evocação e um hino à vida, escrito com força e coragem de uma mulher que soube dar a volta por cima.
Filha de um diplomata e sobrinha do presidente chileno Salvador Allende, Isabel Allende nasceu no Peru em 1942. Iniciou a carreira de jornalista aos 17 anos, trabalhando em periódicos e como colaboradora da FAO (Food and Agriculture Organization, órgão das Nações Unidas) em Santiago do Chile. Após o golpe do general Augusto Pinochet e a morte de Salvador Allende, em 1973, foi obrigada a abandonar o seu país com a família e ir para a Venezuela, onde trabalhou como repórter do jornal El Nacional e começou a escrever histórias infantis e algumas peças teatrais. Em 1982, publicou seu primeiro romance A casa dos espíritos, que inicialmente era apenas uma carta para seu avô de 99 anos. Considerada um dos principais nomes da literatura latino-americana, sua obra é marcada pela crônica familiar e por seu posicionamento político.



Imagens do google